Feita no Brasil: a sabedoria vulgar da tragédia ática para o povo tupiniquim catrumano | Tereza Virginia R. Barbosa

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Feita no Brasil: a sabedoria vulgar da tragédia ática  para o povo tupiniquim catrumano 
 
Tereza Virginia R. Barbosa

324 p.| 2018 | 15,5 x 22,5 cm 
ISBN: 978-85-66786-71-4
 

"Feita no Brasil é o nome dado para uma teorização sobre a tragédia Ática pautada pelos insights e comportamentos poéticos de quatro luminares da cultura brasileira: João Guimarães Rosa, Mário de Andrade, Heitor Villa-Lobos e Manuel Bandeira; tessitura crítica de Tereza Virgínia Ri - beiro Barbosa produzida a partir do olhar atualizado dian - te de seu tempo. Sem dúvida, uma mirada que exercita e ressignifica o lugar da teoria e da práxis teatral. A autora busca a oralidade escrita do mineiro, o ritmo nacional e a simplicidade complicada de Mário, Villa e Manuel para traduzir a palavra teatral. Eis que surge, daí, o ático brasi - leiro como tradução da cena democrática de um passado, segundo Barbosa, urgente e indispensável na terra brasilis . Tal empreitada aponta, sem dúvida, para uma revivescência de textos antigos à moda Brasil e, em razão da advertência de Sontag “exibir os mortos é o que fazem os inimigos”, viva e Feita no Brasil, nasce a tragédia tupiniquim catrumana! Nas frestas da performance, a festa da filologia que reúne a pupila espelhante do passado e do presente, afinal: “O pre - sente tem sua própria alegria, é mesa cheia pros viventes!” (Eurípides, Medeia, 203-204)".

Marcos Antônio Alexandre Fale/Eba- UFMG/CNPq

 

Sobre a autora: Tereza Virgínia Ribeiro Barbosa é bolsista do CNPq (com pesquisa focada nos estudos comparados entre a obra João Guimarães Rosa e os clássicos) e da Fapemig (estudo das manhãs em João Guimarães Rosa); professora titular na Universidade Federal de Minas Gerais onde trabalha desde 1983. Atua nos cursos de Letras-Grego (graduação e pós-graduação) e de teatro da Escola de Belas Artes (graduação). Fundadora e ‘diretora de tradução’ da Trupe de Tradução de Teatro Antigo, Truπersa. Traduziu, de forma coletiva e com a trupe, a Medeia, a Electra e o Orestes de Eurípides.

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